Este material foi produzido pela Embrapa Meio Ambiente e publicado em novembro de 2013.

É bastante simples e de fácil entendimento. Vale dar uma olhadinha!     aquicultura manejo e aproveitamento de efluentes embrapa

Entre os assuntos abordados estão os sistemas:

  • biofiltros,
  • wetlands,
  • recuperação de água para aquicultura e
  • aquaponia.

A publicação pode ser baixada aqui!

 

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Existe um grande número de fatores que determinam a escolha de um modelo de produção animal. Desta forma, torna-se difícil generalizar quais modelos serão mais eficientes, ou quais componentes devem ser adotados para aumentar a eficiência do modelo. De qualquer modo, o produtor precisa ficar atento a certos detalhes que são importantes. No caso da piscicultura, a infra-estrutura do sistema produtivo pode variar de acordo com a espécie escolhida, temperatura e principalmente quantidade de água disponível.

Como os demais segmentos da agropecuária, a piscicultura pode ser um ótimo investimento. E quando se fala de sistemas de produção em piscicultura, é preciso observar que cada sistema apresentará situações diferentes tendo em vista os objetivos do produtor e do mercado consumidor. Porém o produtor, grosso modo, terá que lidar com algumas questões como: espécie de cultivo, a disponibilidade de água e energia elétrica, a área disponível, o custo dessa área, características climáticas da região e aspectos legais e socioculturais.

Dentre tais fatores a escolha da espécie de cultivo é uma das importantes. Na opinião do gerente-executivo do Projeto Pacu, Simão Brun, a escolha da espécie de cultivo pode determinar várias etapas da produção. “Cada espécie possui características próprias o que implica um manejo diferente em cada caso. Por isso é necessário verificar a adaptabilidade da espécie em questão, considerando as condições locais e, ainda, o fator precocidade e rusticidade das espécies. O Pintado Real, por exemplo, é uma espécie que requer um manejo muito simples. Por ser dócil e ter resistência, o que facilita sua adaptação, ele apresenta um desenvolvimento atrativo para os produtores graças à precocidade da espécie. Essas características influenciam a organização do sistema produtivo, já que a adoção do Pintado Real pode gerar menor custo de produção e boa rentabilidade”, explicou Brun.

Além das condições de manejo, vale lembrar, que a escolha de uma espécie também depende de fatores como: mercado, produção contínua de alevinos durante todo o ano, tecnologia de produção disponível. Para Brun, o produtor precisa ter me mente que a piscicultura é um segmento produtivo voltado à industria e a produção de alimentos e, portanto, deve-se buscar espécies que apresentem características de carne e carcaça favoráveis ao mercado. “Seja qual for o mercado a ser atingido, o de entretenimento ou de produção, a decisão da espécie deve sempre buscar o perfil mais indicado para cada atividade, isso é primordial para o sucesso do empreendimento”.

Quem já conquistou o sucesso de um empreendimento sabe o quanto é importante escolher uma espécie. De acordo com o gerente técnico da fazenda Prateada, Rogério da Silva Rosário, há três anos a propriedade dotou o Pintado Real. De lá pra cá a dinâmica da produtiva mudou. “Estamos sempre testando peixes para ver qual se encaixa na nossa fazenda. Nós testamos o jundiára (também conhecido por pintado amazônico), mas obtivemos grandes perdas por causa do frio. Quase no mesmo período começamos a trabalhar com o pintado real. A escolha dessa espécie foi muito boa. Conseguimos em nove meses e 20 dias um lote de peixe com peso vivo de 1,4Kg, apesar do inverno. Se não fosse pelo inverno poderíamos ter alcançado um peso bem maior. Mas a espécie é ótima. Nossa taxa de perda no lote, no geral, reduziu com o manejo do Pintado Real, obtivemos 95% de sobrevivência por lote. Sem falar que esse pintado cresce rápido. Se eu pudesse fazer um calculo de custo, eu diria que atingimos uma economia de quatro meses de ração por causa de sua precocidade, embora essa conta não seja precisa”, comentou Rogério.

Em um sistema produtivo, muito embora seja difícil traçar uma linha exata para a eficiência e bons resultados da produção, a escolha da espécie é um ponto de partida muito importante. A espécie de cultivo selecionada influi sobre o modelo de produção da propriedade. Ela não apenas determina perfil da fazenda em relação ao mercado, mas também impulsiona suas taxas de crescimento. Escolher bem a espécie é, em muitos casos, começar com o pé direito para quem deseja sucesso no empreendimento.

 

Contato para imprensa:

João Carlos Costa – (67) 8108-6557

joao@quantamkt.com.br

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Carro chefe da produção e exportação sul-mato-grossense, o pintado apresentava inúmeras dificuldades de manejo. A linhagem tradicional, produzida no Estado e, vulgarmente chamada de “ponto-e-vírgula”, acarretava grandes riscos. Para obter um peixe entre 1,3 Kg a 1,4Kg o tempo de engorda era 12 a 14 meses. Durante esse período, o “ponto e vírgula” apresentava alguns gargalos tecnológicos que demandavam um manejo bastante tecnificado, pois se mostrava pouco dócil, revelava traços de canibalismo e era suscetível a doenças. Devidos aos gargalos no manejo do pintado “ponto e virgula”, o resultado final para o pequeno  e o médio produtor não era atrativo. Esse panorama desanimava o mercado. Mas, em 2011, buscando solucionar os entraves da produção do pintado, o Projeto Pacu lançou uma inovação no mercado, uma nova linhagem: o Pintado Real.

Segundo gerente-executivo do Projeto Pacu, Simão Brum, o Pintado Real foi desenvolvido para solucionar os gargalos da produção de pintado no Mato Grosso do Sul. “O pintado de linhagem  tradicional era muito demorado para atingir o nível de terminação satisfatório para o frigorifico, e era bastante sensível, qualquer mudança na temperatura ou mesmo alguns dias após o manejo alterava seu comportamento alimentar. Se não fosse realizado um manejo adequado por tamanho, ele ainda apresentava traços de canibalismo, característica prejudicial a produção. Tendo em vista esses entraves nós desenvolvemos uma linhagem de pintado, o Pintado Real, com objetivo de melhorar o desempenho da raça”, explicou Simão.

Quem já adotou o novo pintado percebe a diferença logo cedo. De acordo com o gerente de produção do frigorifico Mar e Terra, Fábio Santamaria, o pintado Real é um grande avanço para piscicultura. “Com o pintado de linhagem tradicional, tínhamos vários problemas, desde sazonalidade na produção de alevinos até a grande suscetibilidade a bacterioses. O custo de produção era alto e os riscos grandes. Mas com a chegada do Pintado Real estamos assistindo uma revolução na piscicultura, sobretudo na criação de pintado. O Pintado Real salvou o negócio do pintado da extinção. Agora, é economicamente viável produzir pintado”, comentou Fábio.

Diferente da linhagem tradicional, o Pintado Real possui algumas características como: docilidade, ele come na superfície, ao contrário do pintado comum; resistência, o pintado real se adapta rapidamente evitando perda de peso, ou mesmo perda de peixe num lote; precocidade, enquanto o pintado comum leva de 12 a 14 meses para atingir o grau de terminação adequado, o Pintado Real alcança 1,7 kg a 1,8 kg, em sete a nove meses, em condições ideais e não apresenta tendência ao canibalismo,

Há três anos manejando o Pintado Real, o produtor rural José Carlos Biasotto renovou sua expectativa na produção de peixe. Mesmo com o inverno, o produtor consegue um resultado bastante satisfatório. “Não troco mais de Pintado. Quando um lote sai, já renovo meu estoque de peixe com mais Pintado Real. Ele é um peixe de fácil manejo, cresce rápido, em sete meses dependendo do clima, já tenho um peixe de mais ou menos 1,4 kg. E na hora de carregar no caminhão para despachar a produção para o frigorifico logo se nota a regularidade de rendimento de peso em cada tanque. Com o Pintado, a produção é regular, sem mais sustos”, comentou Biasotto.

A entrada da nova linhagem de pintado modificou a dinâmica produtiva da espécie no Mato Grosso do Sul. Com o Pintado Real foi possível definir um novo modelo de produção baseado na redução e garantias de etapas, pois, observa-se no ciclo produtivo do Pintado Real maior estabilidade na produção, sem taxas elevadas de mortalidade por canibalismo, e tempo de engorda mais rápido, na metade do tempo. No caso de Biassotto, o percentual de peso obtido, um pouco abaixo do desempenho esperado pela espécie, mostra que apesar do inverno, mesmo este sendo rigoroso, o Pintado Real ainda demonstra boas taxas de crescimento.   A soma desses fatores renova o espírito do mercado, que mais do que nunca, aposta no Pintado Real para alcançar novos ganhos no futuro.

Contato para imprensa;

João Carlos Costa – (67) 8108-6557

joao@quantamkt.com.br

 

livro mt

Sempre legal dar uma olhada no que está sendo publicado no Brasil.  Passamos o olho e o material parece estar bem interessante!

Especialmente, porque o Sebrae tem se demonstrado um grande parceiro da aquicultura, promovendo ações de popularização das técnicas e também dos produtos da aquicultura.

O manual chama-se:

“Como Iniciar Piscicultura com Espécies Regionais: Saiba como ter lucros  criando peixes das regiões Norte, Nordeste e Centro Oeste.” 

O arquivo é um pouquinho pesado, cerca de 63MB e não pode ser enviado por email.

Este material pode ser baixado aqui, direto no 4shared:

http://www.4shared.com/office/ZwHEJXlyce/livro_sebrae_mt.html?

 

O material é muito interessante já que coleta dados de produção de forma simultânea e comparativa em todos os estados brasileiros. Vale dar uma boa conferida!

censo aquícolaDocumento em pdf e download aqui: http://goo.gl/fEJsqw

Brasil conhece o seu primeiro censo aquícola

O que os piscicultores brasileiros estão cultivando? De que porte são os empreendimentos? Quais as tendências de mercado? Estas e outras perguntas sobre a produção aquícola brasileira estão sendo respondidas pelo Censo Aquícola de 2008. O censo – o primeiro desenvolvido no Brasil especialmente para este setor – acaba de ser disponibilizado para o público pelo Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA).

Como uma fotografia, o censo registra da forma mais completa possível as atividades aquícolas e as suas interações socioeconômicas, considerando o número e o porte das unidades produtivas, o perfil dos produtores, bem como as espécies cultivadas e o detalhamento de toda a cadeia produtiva, incluindo os métodos de produção, as estruturas de cultivo (açude, viveiro, tanque-rede e canal de igarapé no Amazonas) e escoamento da produção. Todas as unidades de produção foram, também pela primeira vez, identificadas por georrefereciamento, ou seja, tiveram a sua exata localização conhecida.

“O Censo Aquícola Nacional é resultado de um trabalho inédito no país”, recorda Américo Ribeiro Tunes, secretário de Monitoramento e Controle do MPA. “Pela primeira vez temos informações sobre a aquicultura com uma riqueza de detalhes que nos permitem saber exatamente quem são e onde estão os produtores aquícolas no Brasil, além de informações estratégicas sobre a cadeia produtiva, não só para o governo, mas para todo o setor”, afirma.

Instrumento de planejamento

Dedicado apenas a empreendimentos com finalidade comercial, o Censo Aquícola de 2008, mesmo com informações apuradas há mais tempo, se apresenta como um instrumento fundamental para a administração pública brasileira traçar políticas mais assertivas no fomento da aquicultura nacional. A publicação também é importante para o segmento empresarial conhecer melhor o mercado, assim como para pesquisadores e outros interessados. Aproximadamente 30 mil unidades de produção foram visitadas, das quais 19.494 consideradas, por terem objetivo comercial.

A coleta dos dados – desenvolvida pela Coordenação Geral de Monitoramento e Informações Pesqueiras do MPA – foi realizada em dois anos, entre outubro de 2009 a outubro de 2011. O trabalho mobilizou cinco coordenadores regionais, 28 coordenadores estaduais (no Amazonas foram 2 coordenadores) e 227 coletores de dados.

Foram identificados 15.469 produtores de pescado no continente, dos quais 13.495 de pequeno porte, 760 de médio porte e 33 de grande porte, além de mais de mil que não responderam a esse questionamento. Do universo de produtores, 8.855 criam tilápia, sendo 41% deles na região Sul, 31% na região Nordeste, 22% na região Sudeste, 3% na região Norte e 3% no Centro-Oeste.

Na área da maricultura foram registrados 1.585 produtores, dos quais 1.274 de pequeno porte, 183 de médio porte e 63 de grande porte, além de outros 65 que não responderam à pergunta.

Informações que surpreendem

Os dados para o Censo Aquícola de 2008 muitas vezes surpreenderam os coordenadores, como o achado de um tesouro. Assim, algumas informações, por serem inusitadas, levaram os responsáveis a novas checagens com a fonte para confirmação. Foram encontradas 62 espécies de peixes sendo cultivadas em água doce e 15 espécies de peixes na aquicultura marinha.

O trabalho registrou, por exemplo, uma grande quantidade de híbridos sendo cultivados no país, como tambacu (híbrido de tambaqui vs pacu), patinga (híbrido de pacu vs pirapitinga), tambatinga (híbrido de tambaqui vs pirapitinga) e jundiara (jundiá amazônico vs cachara). Também se verificou que na região Sul o cultivo de espécies nativas já estava bastante generalizado, apesar da tecnologia de cultivo ainda se encontrar em desenvolvimento. O levantamento mostrou que existem 537 criatórios de jundiá – peixe comum nos rios brasileiros – no Rio Grande do Sul e outros 481 em Santa Catarina. Em Goiás, a diversidade de espécies cultivadas foi maior que a imaginada. Os criatórios se dedicavam a peixes “redondos” – pacu, patinga, pirapitinga, tambacu e tambaqui – e a outras espécies, como cachara e matrinxã. O robalo, peixe de água salgada e salobra, de carne branca e saborosa, também vem sendo criado no litoral de Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Espírito Santo, Bahia e Rio Grande do Norte. Em alguns casos, o cultivo de robalo ocorreu, experimentalmente, em água doce. O cultivo de tarpão no Maranhão também é uma informação inédita, pois não havia registro do cultivo desta espécie no país. A apuração também verificou que criatórios de diversos estados abasteciam de pescado os pesque e pagues de São Paulo e Minas Gerais, tendo sido desenvolvido um serviço especializado no transporte de peixes vivos que termina por agregar valor ao produtor, proporcionando também grande diversidade de espécies nestes estabelecimentos. Por sua vez, o estudo revelou que 68% do cultivo de peixes ornamentais estavam concentrados em três estados (Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo).

Macroalgas

O Censo Aquícola de 2008 inovou ainda por identificar os produtores nacionais de macroalgas. O cultivo da alga marinha Gracilaria birdiae (Rhodophyta, Gracilariales) ocorreu no litoral do Ceará e do Rio Grande do Norte. No litoral do Rio de Janeiro os produtores se dedicavam à espécie exótica Kappaphycus alvarezii (Rhodophyta, Soliariaceae). Estas algas vermelhas são importantes para as indústrias de extração de coloides como Carragenana e Agar. As duas espécies de alga são vendidas geralmente secas e os seus derivados têm diferentes aplicações na indústria farmacêutica e alimentícia. Estes coloides são comumente encontrados em diversos produtos industrializados, atuando como agente espessante, estabilizante, gelificante e emulsificante. São empregados, por exemplo, em gelatinas, geleias, carnes processadas, produtos derivados do leite, pasta de dente ou clarificante de cervejas.

fonte: http://www.mpa.gov.br/index.php/imprensa/noticias/2156-brasil-conhece-o-seu-primeiro-censo-aquicola

projetopacu

Mesmo o Brasil apresentando várias vantagens para o desenvolvimento da Aquicultura, como variedade de peixes e grandes reservatórios de água doce, mesmo assim ainda faltam muitas informações para possibilitar a implantação de um processo de cultivo.

O Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) divulgou um Panorama da aquicultura no Brasil, apresentando as oportunidades e desafios desta atividade.

Clique aqui e confira na íntegra!

 

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) divulgou um documento que auxilia na preparação de propostas competitivas de financiamento.  A apostila é uma tradução e adaptação do livreto “Escrevendo do Círculo dos Vencedores – Um guia para preparar propostas competitivas de financiamento” de autoria do Dr. David Stanley.

Acesse o link para fazer o download do documento!

guia de financiamento embrapa

ganho de peso pirarucu

O programa Globo Rural, exibido no último dia (02), mostrou um pouco sobre todo o processo de criação e colheita do Pirarucu e principalmente, sobre o ganho de peso que supera qualquer outra espécie.

Mesmo com os processos de reprodução e alimentação em constante pesquisa e desenvolvimento, foi mostrado que a espécie pode engordar cerca de 14kg em um ano, ou seja, mais de 1kg ao mês.

Também foi mostrado como funciona o transporte do peixe até os frigoríficos, já que o Pirarucu respira fora d’água, o que dificulta seu transporte ainda vivo.

Por fim, uma receita especial para fazer com a carne tenra do Pirarucu.

Confira a matéria completa!

curso tecnico aquicultura

O Instituto Federal do Paraná (IFPR), localizado em Foz do Iguaçu, está com inscrições abertas para o processo seletivo para o curso técnico em aquicultura.

Quem estiver interessado deve realizar a inscrição gratuitamente na página do Campus de Foz do Iguaçu (www.foz.ifpr.edu.br), entre os dias 10 de junho e 05 de julho de 2013.

Para se inscrever, o candidato deve ter concluído o Ensino Médio até o dia 09 de julho deste ano. O curso será ministrado no período noturno e tem a duração de dois anos, com previsão do início das aulas para agosto de 2013.

O resultado final do processo seletivo será divulgado no dia 16 de julho e será fixado nos quadros de avisos do Campus e também na página www.foz.ifpr.edu.br.

congresso de aquicultura 2013

O IV Congresso Brasileiro de Aquicultura de Espécies Nativas prorrogou o prazo para o envio dos trabalhos científicos, que agora poderão ser enviados até o dia 30 de junho.

As áreas de pesquisa que podem ser contempladas pelos trabalhos são: reprodução; melhoramento genético e larvicultura; nutrição e alimentação; sanidade e bem-estar; produção e manejo; e tecnologia e processamento.

A inscrição e a submissão de trabalhos são aceitos somente pelo site www.aquicultura2013.com.br. Lembrando que todas as espécies estudadas nos trabalhos devem ser nativas do território brasileiro.

Congresso de aquicultura

O IV Congresso Brasileiro de Aquicultura de Espécies Nativas acontece entre os dias 21 e 23 de novembro de 2013 e será realizado no Hangar Centro de Convenções da Amazônia (Belém, PA). O evento é promovido pela Embrapa Amazônia Oriental em parceria com a Sociedade Brasileira de Aquicultura e Biologia Aquática.

Mais informações e inscrições: www.aquicultura2013.com.br

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